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A Economía Globalizada e a Criminalidade

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Resumen

O texto analisa a complexa relação entre a economia globalizada e a criminalidade organizada no contexto do Estado Democrático de Direito. Historicamente, a transição do pós-guerra e a criação de organismos como o GATT e a OMC promoveram a liberalização comercial e a integração dos mercados. No entanto, este mesmo cenário de livre circulação de capitais, avanços tecnológicos e queda de barreiras fronteiriças foi aproveitado por organizações criminosas que adotaram uma estrutura empresarial e transnacional.

Atualmente, o crime organizado abandonou moldes arcaicos para operar como uma rede global (network) que movimenta parcelas significativas da riqueza mundial, infiltrando-se nas esferas média e alta da sociedade. A facilidade na lavagem de dinheiro permite que capitais ilícitos sejam reinvestidos em atividades legais, criando um "antiestado" com grande poder de influência política e econômica. O autor destaca que a criminalidade possui tentáculos enraizados no Estado através da corrupção e do pagamento de subornos, o que mistura atividades lícitas e ilícitas de forma indissociável. Essa simbiose dificulta o combate eficaz por parte dos legisladores, revelando que as políticas criminais atuais muitas vezes falham em atingir seus objetivos diante de um mercado consumidor constante e uma estrutura delituosa altamente sofisticada e globalizada.

Palabras clave

Globalização, Corrupção, Estado de Direito, Lavagem de dinheiro, OMC (Organização Mundial do Comércio)

Cómo citar

Ribeiro Velloso, R. (2008). A Economía Globalizada e a Criminalidade. Revista Jurídica, (25), 211–218. Recuperado a partir de https://juridica.ucsg.edu.ec/juridica/article/view/463

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